
A maioria dos serviços de tradução certificada entrega-lhe uma declaração do tradutor. Aqui a tradução é certificada por advogado inscrito na Ordem dos Advogados, e cada certificação leva um número de registo que a entidade destinatária pode confirmar.
Os preços são diferentes porque, na substância, são serviços diferentes. Um é um ato regulado com efeitos jurídicos em Portugal. O outro é uma tradução certificada para usar nos Estados Unidos.
O original em papel, assinado à mão e enviado por correio, está disponível em qualquer encomenda por USD 24,90 mais portes ao custo. Nem toda a gente precisa — a maioria das entidades aceita hoje o PDF assinado —, por isso é oferecido em vez de imposto.
Digitalize-o ou fotografe-o. Antes de mais nada, o ficheiro é verificado: se o texto não puder ser lido com segurança, dizemos-lhe exatamente o que está mal e pedimos uma cópia melhor. Essa verificação acontece antes do pagamento.
Abrimos e contamos o seu documento antes de lhe pedirmos seja o que for. O preço que aparece na página de pagamento é o final — não uma estimativa — por isso nunca há um segundo pedido. Se o documento não servir, fica a saber antes de introduzir dados de cartão, sem custo nenhum.
A tradução é preparada e depois revista linha a linha contra o original antes de qualquer certificação. Nomes, números de assento e datas são conferidos um a um, porque é aí que os erros fazem estragos.
Lavra-se o termo de certificação, regista-se o ato na Ordem dos Advogados, assina-se e envia-se em PDF. Normalmente no dia útil seguinte à revisão.
A maioria dos serviços cobra por página. Isso faz com que uma certidão de nascimento com trezentas palavras custe o mesmo que uma página de contrato com novecentas — o que é injusto para um de vocês e insustentável para nós.
Por isso a unidade aqui é uma página de densidade normal: cerca de 300 palavras. Uma página típica de registo civil é uma unidade. Uma página densa de contrato ou de histórico académico conta uma e meia, às vezes duas. Nada conta mais do que quatro.
A contagem não é coisa que tenha de calcular, nem que lhe seja pedido que declare. Somos nós que abrimos o ficheiro e contamos, antes de qualquer dinheiro mudar de mãos, e vê o número antes de confirmar.
Nada é cobrado nesta fase. Olhamos para o ficheiro, confirmamos que está legível e dizemos-lhe o preço exato antes de começar qualquer trabalho.
Se se perceber que o seu documento precisa de outra coisa — de uma apostila primeiro, ou de um caminho que não fazemos — dizemos, em vez de aceitar a encomenda.
Formatos aceites
PDF, JPG, PNG ou HEIC. Até 30 páginas por encomenda — acima disso orçamentamos caso a caso. Se fotografar, fotografe de frente, com luz natural, com o documento todo dentro do enquadramento.
Klaus Luchtenberg é advogado inscrito na Ordem dos Advogados, com escritório em Carcavelos. Trabalha entre Portugal, Brasil e Estados Unidos, em processos de residência e nacionalidade, estruturação de empresas e nos documentos que os acompanham — foi daí que este serviço nasceu.
A certificação é o seu ato profissional pessoal. A encomenda é contratada e faturada pela O Gravata Consulting LLC, mas nenhuma empresa certifica seja o que for em seu nome: o número de cédula que consta do seu documento pertence a uma pessoa real, inscrita num registo público, e a responsabilidade pelo que ali está escrito é dela.
Para os Estados Unidos, menos do que possa parecer — o USCIS pede uma declaração de exatidão do tradutor, e um serviço mais barato cumpre isso. A diferença aqui é que quem assina é um advogado identificado e o ato leva um número de registo na Ordem, o que conta quando um documento é posto em causa. Para Portugal a diferença é de outra ordem: uma certificação por advogado inscrito na Ordem dos Advogados tem efeitos jurídicos em Portugal, e uma agência americana não a consegue produzir por preço nenhum.
Depois de contarmos, e não antes. Quando envia o documento não é pedido nada ao seu cartão — abrimos o ficheiro, verificamos se está legível e contamos, o que leva de alguns segundos a cerca de dois minutos. Só então vê um preço, e é o verdadeiro. Antes autorizávamos uma estimativa e acertávamos depois; isso punha quase toda a gente a pagar duas vezes, por isso mudámos. O valor que aparece no extrato é o que aceitou, uma só vez.
Porque as páginas variam muito. Uma certidão do registo civil tem umas trezentas palavras; uma página de contrato pode ter novecentas. Cobrar o mesmo pelas duas faz com que quem tem o documento curto esteja a subsidiar quem tem o longo. Uma unidade é uma página de densidade normal, cerca de 300 palavras — a maioria dos documentos de uma página é exatamente uma unidade, e nunca lhe é pedido que faça a conta.
O primeiro rascunho é preparado com software, e depois lido linha a linha contra o original por uma pessoa que o corrige e assume por escrito. Isso não é formalidade: o termo de certificação é uma declaração sob compromisso de honra, e não valeria nada se ninguém tivesse lido o texto. O que o software lhe compra é rapidez e preço mais baixo, não a ausência de trabalho humano.
Verificamos isso primeiro, antes de pagar. Se a digitalização tiver resolução insuficiente, ou a fotografia tiver um reflexo por cima de metade da página, é avisado do que está mal e pedimos uma cópia melhor. Ninguém adivinha uma data de nascimento porque a digitalização estava má.
Normalmente um dia útil a contar do momento em que o documento passa na verificação, para documentos de poucas páginas. Ficheiros longos e documentos invulgares demoram mais, e o prazo é-lhe dito quando o preço é confirmado, não depois.
As certificações feitas ao abrigo do artigo 38.º do Decreto-Lei n.º 76-A/2006 e registadas na Ordem são a via corrente em Portugal, e a declaração de exatidão é a via corrente nos Estados Unidos. Dito isto, cada instituição define os seus requisitos, e algumas exigem também apostila no documento original — que é um passo separado, obtido junto da entidade que o emitiu. Se nos disser para onde vai o documento, dizemos-lhe o que sabemos sobre esse caminho.
Apenas o tempo necessário para preparar e entregar o trabalho, e para manter o registo que a Ordem exige de um ato certificado. Os documentos estão cobertos pelo segredo profissional do advogado, nos termos do artigo 92.º do Estatuto da Ordem dos Advogados. A política de privacidade detalha isto.
Com quem está a contratar. O contrato é com a O Gravata Consulting LLC, sociedade registada na Florida, Estados Unidos, que recebe a encomenda, emite a fatura e responde perante si no plano comercial. A tradução e a certificação da sua fidelidade são atos profissionais pessoais de Klaus Luchtenberg, advogado inscrito na Ordem dos Advogados sob a cédula n.º 58.638/L, praticados em Portugal ao abrigo da sua própria cédula e registados na Ordem com ela. A empresa não certifica nada e não pode dar-lhe instruções sobre o conteúdo de uma certificação: essa responsabilidade é pessoal do advogado e não é delegável.
Informação importante. Nem a empresa nem o advogado são organismo público, e nenhum deles tem qualquer ligação, aprovação ou autorização do Estado português, da AIMA, de qualquer consulado português, do USCIS ou de qualquer outra autoridade pública.
Uma tradução certificada é uma tradução acompanhada de uma certificação da sua fidelidade. Não autentica o documento subjacente, não substitui apostila, e não obriga nenhuma instituição a aceitá-la. Cada entidade destinatária define os seus próprios requisitos. Quando um documento precisa também de apostila, essa obtém-se junto da entidade que o emitiu, e não aqui.
A atividade profissional é exercida ao abrigo do Estatuto da Ordem dos Advogados e está sujeita às suas regras deontológicas, incluindo o segredo profissional.